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Ultima actualização
01/04/2010

Freguesia da Ventosa Concelho de Vieira do Minho

                    http://sol.sapo.pt/blogs/ruralidade/default.aspx
                    http://sol.sapo.pt/photos/Ruralidade/default.aspx
                   
                     http://familia-barbosa-soengas.blogspot.com

                    http://www.quinta-da-veiga-e-malhadoira.com.pt 

Está situada na margem esquerda do Rio Cávado a 9km NW da sede de Concelho de Vieira do Minho, em região muito acidentada. Um documento de 1120 fala desta freguesia dizendo ser ela couto; as inquirições de 1220 dão-lhe o nome de Ribeira de Soaz, na terra de Penafiel de Soaz; a partir das inquirições de 1258 já tem o nome de Ventosa.

Recebeu Foral Manuelino em 1515, tendo sido sede do Concelho de Ribeira de Soaz, extinto no segundo quartel do séc. XIX. 

Foi abadia de apresentação da mitra.

A Igreja paroquial (1717) de remota origem e granito tosco, apesar da aparência muito modesta possui na Capela-Mor  notável riqueza artística, em talha.

Use este apontador para visualizar um mapa detalhado da Freguesia da Ventosa: Mapa do Instituto Geográfico do Exercito da Freguesia da Ventosa

A seguir apresentamos algumas informações da freguesia.

Imóveis de interesse patrimonial

  • Igreja paroquial (séc. XVIII, com uma interessante talha no Altar-Mor);
  • Cruzeiro (1876);
  • Capela de São Brás (Penedo), em 1758 chamava-se Capela de Santa Catarina, no lugar da estrada, hoje lugar de Penedo;
  • Casa do Visconde do Penedo (séc. XIX), reconstruída em 2001 pelo seu herdeiro Dr. Alberto Vieira.
  • Casa da Tarruca e casa Alminhas, em Eirós;
  • Casa da Carvalha, casa do Mestre (Corrê-lo);
  • Casa da Teresinha, Paredes.

            Há ainda nesta freguesia 25 espigueiros e nove azenhas.

Festas e Romarias

  • Festa de São Brás no dia 3 de Fevereiro
  • Senhora de Fátima no 2º Domingo de Outubro

Movimento associativo

  • Associação Cultural e Desportiva de Ventosa

Vista aérea da Freguesia da Ventosa

Clique em cima da imagem para ampliar.                                           Vida ancestral, no mundo rural
 

Vista aéria da Freguesia da Ventosa: Clique em cima para ampliar.

 
Freguesia da Ventosa e vista linda da Barragem da Caniçada, aqui Campo de Jogos, Penedo e Ventosa.
-Fotografias tiradas desde o Talefe da  Serra da Cabreira em 28 de Fevereiro de 2006 dia de Carnaval.

 O Passado e o Presente, um livro escrito pelo Senhor Zeferino de Jesus Gonçalves Alves de forma poética, que fala de todas as freguesias do Concelho de Vieira do Minho,  vieirense
que sem favor, merece ser considerado dos melhores, pela sua humildade, capacidade cria-
tiva; foi agricultor, motorista,  taxista, dirigente de várias colectividades, Homem de Fé e Obras,  artesão muito variado e Poeta

Aqui fica o que conhece, sente e viu na Ventosa:

A freguesia de Ventosa
É como um botão de rosa
Lá no meio da roseira.
Entre Cova e Caniçada,
Tem uma altitude elevada,
Desde o Cávado à Cabreira.

Entre arvoredo e olival
Fica a Igreja paroquial,
S. Martinho é o Padroeiro,
Com belo espaço Eucarístico;
De Grande valor artístico
O torreão e o cruzeiro.

O Milagroso S. Brás
Que tantos Milagres faz
Está lá no seu altar.
Com o seu coração bondoso
Este Santo piedoso
Sempre pronto para amar.

 As Alminhas de Mariteiro
Que com o seu amor verdadeiro
Velam por todos nós.
Também há outras alminhas,
Onde o povo ascende velinhas,
No lugar de Eirós.

 E para que toda a gente veja,
Mesmo Junto à Igreja,
Há outras Alminhas de relevo.
Mas, para quem o desejar,
Também pode ir rezar
Às  Alminhas no Penedo.

 No Penedo, antigamente,
Tudo era diferente
Do que hoje em dia.
Havia uma Escola Primária,
A única nesta área,
E também uma padaria.

 As pessoas de mais idade
Sabem que isto é verdade,
Só não sabe quem é novo.
Houve feira neste lugar
E esteve aqui a funcionar
A antiga Casa do Povo.

 E, recuando nos tempos,
Lendo certos documentos
Desde baixo a cima,
A Capela de S. Brás,
Há Séculos atrás,
Era de Santa Catarina.

 Ainda não acabou o enredo,
E continuando no Penedo
Sem deixar escapar nada.
Em tempos idos este lugar,
Antes de Penedo se Chamar,
Era o lugar da estrada.

 Continuando a viagem,
Sem perder a engrenagem
Para tirar conclusão,
Houve nesta freguesia
Teares onde se tecia
E fábrica de fiação.

 Para ainda quem tem na memória,
A poça da Várzea tem história
E o povo merecia homenagem.
Já em tempos lá existiu
E muitas vezes serviu
De Trabalhos de tecelagem.

 Mas, mudando de reflexão,
Em certa ocasião
O pior acontecia.
Uma águia de rapina
Raptou uma menina
Recentemente nascida.

 Quando já ia pelos ares,
O Senhor Alfredo Soares,
Que trabalhava por ali ao pé,
Com grande força gritou
Que a Águia se assustou
E deixou cair a bebé.

 E quando caiu abaixo,
A senhora Alzira de Cartaxo
Tinha na cabeça uma picada.
Mas, nada de mal lhe causou
E setenta anos ela durou
Nasceu em 1905 e morreu em  1975.

 Podemos dizer que a Ventosa
Também é muito mimosa
E tem o seu historial.
Dá fruta, pão e vinho,
E, para estar sossegadinho,
Tem o Turismo Rural.

 A casa do Carlos, das Alminhas de Eirós
Junto delas não estamos sós
E também ninguém nos ralha.
A Associação Desportiva e Cultural,
A casa da residência paroquial,
Casa do Visconde de Penedo e da Carvalha.

 A casa de Campos em Bouças,
Se lá fores, vê quanto poupas
E dá o tempo por bem empregue.
A casa Quinta da Veiga e a do mestre
E tudo de bom nos oferece
A casa Vista Alegre.

 A casa do Júlio e da Tarruca
Pouco nos preocupa
Que seja muito velhinha.
Quanto mais olhares menos vedes
Mas também temos em Paredes
A casa da Teresinha.

 “Em Paredes p`ra lembrares,
Na casa do Alfredo Soares
Seu avó de criação,
Teve lá uma botica,
Junto a casa do Adrião.

 O Boticário Luís António Costa Moreira
Foi um Homem de grandeza
Criou grande riqueza
Pelas curas que fazia
No ano de mil oitocentos e oitenta oito,
Foi o primeiro Presidente da Junta de Freguesia
.”

 A Casa da Eira em Quintão,
As azenhas de moer grão,
O sarilho, a dobadoira e o novelo
Ainda há quem trabalha nisto a sério
Noutras casa e na do Tibério
E na do Silva em Corrê-lo.

 O Penedo do Cuco
Esteja limpo ou farruco
Pouco interessa para nós.
Os espigueiros e moinhos
Já bastante velhinhos
É o fontenário da foz.

 O Penedo é o lugar
Que devemos referenciar
Como mais belo da freguesia.
De lá vemos a natureza
Cheia de encanto e beleza,
Desde o Gerês à Abadia.

 Também já houve Escuteiros,
Esperando que casados e solteiros
Voltem a ser piedosos.
Enquanto podemos há que trabalhar
Senão mais cedo vamos parar
Ao mini – Lar de idosos.

 Quanto ao grupo coral
Também não está mal
Formado de rapazes e raparigas.
Há de tudo na freguesia,
Mas o que lá mais se aprecia
São as actividades desportivas.

Em 1925 tinha esta freguesia  402 pessoas, 107 Famílias (casas) e os lugares onde
são referidos  nascimentos, Baptismos e óbitos nas datas de:

 
  • Assento
     
  • Bouças 1662: É uma terra quente e muito produtiva, pois tem uma exposição solar virada para Sul
    e protegida do frio e ventos do Norte, tem gente muito boa e um sentido de solidariedade muito importante, neste mês de Novembro de 2007, apareceram vários incêndios e alguns na mata da minha Irmã, pois António Azevedo das solheiras,  apagou esse incêndio que esteve em risco de passar para outro  lado do caminho, caso passa-se nunca ninguém mais segurava nele até arder tudo que lhe aparece-se pela frente,  levaria dias, ponha em causa pessoas, casas e muito património florestal, ajudou a sua mulher Conceição, a Precilia, o Sr. e Amigo Eugénio, o sr. Manuel Grilo. Deixo aqui o meu sentido de gratidão a todos pelo belo exemplo de sentido cívico de defesa e solidariedade de bens que são de muitos e que sirva como um bom exemplo para outras comunidades saberem ser solidários.
    Se todos os incêndios fossem atacados logo no início como este foi, não aconteceriam tantas tragédias de perdas de bens e mortes de pessoas e animais. Bem-haja ainda temos valores.
    Bouças era uma terra de Alfaiates e tinha um lagar de Azeite.
    Pessoas:-O Chico do Negral, o Sr. António Lemos, mais conhecido por António da estrada o sogro de Eugénio que era alfaiate, a Família do Alves, eram muito nossas amigas e muitos outros. 9.12.2007 António
     
  • Cartaxo - Para que conste, a Senhora Alzira de Lemos, mais conhecida por Alzira de Cartaxo,  que nasceu em 1905 e  faleceu em 6.12.1975, com 70 anos de idade,  quando em criança muito pequena, já ia pelo ar levada por uma águia (ave de rapina), e ficou com um buraco na cabeça da  picadela da águia, foi o meu tio Alfredo Soares que presenciou tal acto e aos gritos à águia, esta se assustou e deixou cair a Criança Alzira. Muita gente dos mais velhos sabem disto, mas hoje dia 5.10.2002, confirmei este facto com a sua filha Glória do Carmo Lemos Esteves.
     
  • Corre-lo 1662: Tinha as três irmãs do mestre que eu bem conheci.
     Deixou-nos este ano de 2007, tendo partido para O Pai a D. Maria Emília, uma Mulher de muito boa fibra, foi criada e educada pela sua Avó e por uma tia, benditas mulheres estas, que ampararam uma criança que perdeu a Mãe e o Pai, mas fizeram uma grande Mulher em todos os sentidos da vida. Vesse nos filhos que preparou para a vida e todos com as suas diferenças, aí estão.
     
  • Eirós 1662: Que em 1925 tinha as paredes de duas casas que foram queimadas pelo exercito de Napoleão Bonaparte, quando das invasões francesas em 1809,  casas essas que pertenciam ao eido do Braga, que terá pertencido a  gente com alguma importância, na época, que fica no ponto mais alto de Eirós e já não existem.  Esta informação foi dada pelo Senhor Armindo Antunes Gonçalves, filho do Sr. Adelino Gonçalves, mais conhecido por Adelino do Duarte (do eido de baixo).
     
  • Ermida em 1666, aparece no livro 229 da freguesia da Ventosa, Vieira do Minho, no Arquivo Distrital de
    Braga.
     
  • Foz
     
  • Paredes 1670: O avô Materno do Meu Avô Bento José Soares, Chamava-se Luís Moreira, Viveu na Casa que foi do Tio Alfredo, onde exercia a profissão de Boticário, foi o 1º Presidente da Junta de Freguesia da Ventosa no ano de 1888.
     
  • Penedo em 1662 se chamava Penedos - no livro Noticia Histórica e Descritiva de Vieira do Minho, editado em 1925, depois de vários anos investigação, tem 2 fotos do lugar do Penedo, onde o caio das paredes das casas, denuncia  um ar de fidalguia. No Penedo havia feira concorrida, nas primeiras e terceiras sextas-feiras de cada mês.
    Por informação dada hoje dia 12.2.2003 pelo Reverendíssimo Padre Luís Jácome da freguesia de  Caniçada, o Visconde do lugar do Penedo da freguesia da Ventosa, foi que criou a Escola Primária de Caniçada, tendo financiado a sua construção, manutenção e pago os primeiros tempos aos docentes que deram aulas.
  •  

    VISCONDE DE PENEDO

    ANTÓNIO JOSÉ ANTUNES SOBRINHO

    Foi único Visconde de Penedo, António José Antunes Sobrinho, nascido em Caniçada (Vieira do Minho, Braga), em 1814 e morreu em Braga a 16 de Maio de 1888. Era irmão do Visconde de Nazaré.

     Seguiu muito novo para o Brasil como emigrante. Residiu muitos anos no Pará entregue à vida comercial, onde conseguiu fortuna, criando ali uma importante firma. De regresso a Portugal, ficou a residir em Braga, onde se tornou muito considerado.

    O título foi-lhe concedido por D. Luís em 1885.

    (Nobreza de Portugal e do Brasil, coordenado por Afonso Zuquete)

Por  volta de 1942, foi construída uma pequena fábrica de tecelagem e fiação Junto à poça da Várzea, que pertenceu ao Sr. Inocêncio Abreu Dias que nasceu em 1904 e faleceu em Junho de 1973 morava no lugar do Penedo, numa casa junto ao talho que foi do Sr. Álvaro. O Sr. Inocêncio Abreu Dias foi casado com a D. Silvina Barbosa Antunes, filho do Sr. Júlio Antunes Sobrinho, mais conhecido pelo Sr. Júlio do Penedo.
A capacidade técnica do Sr. Inocêncio Abreu Dias,  fez com que tinha produção própria de energia eléctrica produzida por um dínamo colocado na segunda possa da várzea, que servia para fazer trabalhar   3 máquinas de fiar algodão  Eléctricas e para consumo domestico, tinha ainda 4 teares manuais que tecia pano para camisas de homem e outros fins.
Chegou a empregar cerca de 6 senhoras, uma é filha de Tio Custódio José Soares, que se chama Leonilda Silva Soares, a Sr.ª Nair Conceição Lemos e Maria Alvão, ambas do lugar de Paredes. Criou a Casa do Povo do Penedo, por volta de 1945, para assistência aos idosos e doentes das freguesias circunvizinhas, tendo como direcção o Sr. Inocêncio Abreu Dias e o Sr. Francisquinho do Encomum de Caniçada, onde vinha um médico regularmente prestar assistência aos doentes.

Fontes: Sr. João Antunes de Abreu Dias, Sr.  Amadeu Silva Soares
No Penedo existiu uma padaria  que pertencia ao Sr. Júlio do Penedo, mas foi explorada pelo Sr. Manuel da Rocha, mais conhecido como padeiro.
Fonte: Amadeu Silva Soares

Contou o meu sogro Sr. Alberto Antunes, que em 1930, os únicos meios de transporte que existia na estrada nacional 103 no sentido Braga Chaves, eram umas carroças puxadas a cavalos, uma para passageiros e outra para mercadorias, que passavam apenas uma vez por semana.

Em 19 de Julho de 2008, quando fazia um trabalho de ajuda aos Jovens do Penedo, para a festa popular, ao fazer uma manobra arriscada com o seu tractor, o meu sogro Alberto Antunes, ficou no acto fulminante esmagado debaixo do referido tractor, tendo deixado muitas saudades a toda a sua família, que o tem como
referência, mas a todos os que o conheciam e tiveram o privilégio de privar com esta figura muito respeitada
não só pelas suas palavras, mas sobretudo pelos seus actos, não era um Homem perfeito, mas penso que
que não estava muito longe da perfeição. O seu funeral foi uma manifestação de grande pesar, como ficou demonstrado por quem assistiu.

OS PRIMEIROS AUTOMÓVEIS

A grande sensação em Lisboa, já em 1908, é o razoável número de automóveis. Os jornais da época dão conta do êxito destas prodigiosas máquinas dotadas de “motor de explosão, a gasolina, capazes de transportar o chauffeur e os ocupantes a uma velocidade de 50 ou 60 quilómetros por hora”. O primeiro automóvel chegou a Portugal em Outubro de 1895 – um Panhard-Levasseur importado pelo conde de Avillez.

  • Picoto
     
  • Quintã 1660: os soldados de Napoleão, também incendiaram  a casa da Eira de Quintã, que tem um espigueiro de 1781, onde nasceu ás 2 horas da tarde de 18.06.1888, o meu Avó Materno, Bento José Soares, faleceu às 11horas da manhã de  6.12.1966 e todos os seus irmãos, Alfredo Soares, Custódio Soares, Patrocínia Soares, Conceição Soares e Luís Soares, casa onde hoje dia 9.6.2002, vive o seu neto Paulo Soares na companhia de Sua Mãe, que tinha uma trave em madeira ainda queimada, desse acto de guerra banditista e deram tiros nos pipos para poder tirar o vinho. Os franceses invadiram Portugal em 18.10.1807 e depois de deixar o País na penúria e tudo destruído, o povo revoltou-se com a ajuda dos Ingleses e Espanhóis, correram com os franceses definitivamente em 1814.
     
    -Quintã teve muita sorte, porque lá viveu o Senhor José Narciso de Sousa, nasceu em 19.10.1884, nesta freguesia da Ventosa, casou em 1911, com Maria António Gonçalves, tinha 27 anos de idade, faleceu em 22.4.1965.  Homem conhecedor das letras, pois trabalhou como tesoureiro da Fazenda Publica em  Vieira do Minho, foi ainda escrivão dos Julgados de Paz, na companhia do Sr. Francisco do Encomum da freguesia de  Caniçada e com o seu empenho criou o Posto Escolar de Quintã, onde começou por dar aulas nocturnas só a rapazes ou homens adultos das localidades próximas e distantes. Foi uma grande inovação numa época em que quase toda a gente era semianalfabeta ou mesmo analfabeta.
    O posto escolar de Quintã, foi-se transformando em escola regular, mas com muitas e grandes interrupções, as regentes que davam aulas, passavam meses que não apareciam e nós crianças da época, fomos muito prejudicados, porque o Posto Escolar de Quintã tinha sido um palheiro, mantinha os buracos no chão e por baixo tinha uma corte de animais com muitas pulgas. tivemos uma professora que nos mandava apanhar azeitona do chão.  A distância de quintã até ao Penedo foi medida pelos  Os Senhores Narciso de Sousa e Celestino Soares Pereira com uma corda e como o percurso foi  pela Revolta, conseguiu a distância legal para criar o referido Posto Escolar, pois a única  Escola Primária  que tinha-mos era a do Penedo numa das salas da casa do Sr. Júlio do Penedo, conhecida pela casa do  Visconde do Penedo. 


    "Este texto foi escrito e enviado pela Aurora dos Bairros, filha do Sr. Adamastor e neta do  Marchante Sr. Alberto da Ponte, onde comprei carne. Este talho já não existe." _____________________________________________________________________________________
    "LI com muito interesse o assunto da tua pagina na internet, sobre a nossa escola digo nossa porque de certeza fomos colegas.
    Na Escola de quintã realmente tudo o que li é verdade  aquela de irmos apanhar azeitona e autentico.  Eu sou Aurora dos bairros do lugar de boucas irmã do luís .saudades.
    Aurora."
    _______________________________________________________________________________________
     
  • Revolta:Em 9.1.1712 faleceu Agostinho da Costa, irmão da Irmandade do Bom Jesus da Paz
     
  • .Lugar da Revolta em destaque na Imprensa Nacional e Regional

    Olá sr António,
    como está?

    Aqui vai, conforme pediu, o pdf da nossa reportagem sobre Revolta.
    Espero que tenha gostado, apesar do espaço não ser tanto como desejávamos...

    Melhores cumprimentos,
    Katya Delimbeuf
     

 

  • Ventosa: o cemitério da freguesia teve em 24.12.1928, sepultada a 2ª pessoa, que foi a minha avó materna Maria Engrácia Barbosa, que nasceu em 27.12.1881,  filha de Manuel António Barbosa e de Maria da Conceição Pereira de Sousa Azevedo , Neta de José António Barbosa e de Ana Rosa de Carvalho e Bisneta de Custódio José Barbosa e de Joaquina Rosa Antunes, natural da freguesia de Soengas, da casa Barbosa com capela particular ,  ainda hoje 9.6.2002 lá existe essa capela, que terá sido construída com dinheiro vindo do Brasil, mandado por um antigo familiar chamado João Barbosa, que depois se chamou  Frei Fabiano de Cristo, cujo Convento de Santo António,  já visitei no Rio de Janeiro, Brasil, onde se encontra o seu túmulo desde 1927, com a sua fotografia num altar da Igreja desse Convento e os Brasileiros tem grande fé e devoção a Frei Fabiano de Cristo, conhecido pelos seus milagres,  pois presenciei a constante passagem de gente pelo seu altar em Novembro de 2000, porque Frei Fabiano de Cristo teve uma vida cheia de bons exemplos,  já em vida era admirado pela sua Caridade e Bondade, por todas as classes sociais da época. João Barbosa nasceu na freguesia de Soengas em 1676, foi para o Brasil em 1698, em 1705 entra no Convento de Santo António no Rio de Janeiro, Brasil, morreu a 17.10. 1747.
    Corre o processo de Canonização no Vaticano para ser elevado aos altares.

 
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A Quinta da Veiga " Verde"

Ajude-nos a  proteger o ambiente
Poupe água e electricidade! Separe o Lixo!

Além da Verdura e variedade da vegetação que aqui temos, ambicionamos
mais verde, porquê?:
1º Temos todos os seres humanos o dever  de preservar este planeta onde
vivemos, que já foi de outros humanos que por cá passaram, não é nosso,
mas enquanto cá estamos devemos trata-lo como nosso, para que também
seja de todas as futuras gerações.

2º Um cidadão com um irrepreensivel dever de cidadania, só se pode esperar
comportamentos que se pautem por preservar a Mãe Natureza, em louvor,
elevado respeito e agradecimento ao nosso Criador.

3º  Ter boas práticas e um elevado cuidado com os consumos de água fria,      
consumindo apenas o que é necessário e nunca fazer desperdícios.       
Lembre-se que á gente neste planeta que não tem água para as suas     
necessidades mais elementares.

4º A energia, quer seja o gaz para aquecimento de água ou electricidade tem
grandes e graves efeitos na camada de Ozono e como todos sabemos, já está
a provocar grandes e destruidoras catástrofes naturais e a breve prazo a           
Península Ibérica vai sofrer grandes mudanças climatéricas, que vai alterar       
toda a forma de vida que aqui hoje temos: exemplos:- Seca, Incêndios              
devastadores, terras  estéreis, desertificação, novas doênças e pragas.             

5º Apelamos também para uma separação cuidado de lixo, separando o          
o que se decompõe do outro que é para reciclar.

Entre neste link abaixo da BBC e veja as concequências:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/1126_clima/index.shtml

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